Ainda há esperança, por mais que as noites sejam escuras e infindáveis, um dia o pranto será transformado em cânticos de alegria. Portanto acredite na força do amor, acredite que as tempestades fazem parte do ciclo da vida, são em momentos adversos que aprendemos a depender do amor de Deus. Descobrimos que há um tesouro na dor, que para cada noite existe um novo amanhecer, para cada temporal existe uma brisa suave, para cada dor existe um balsamo curador, para cada tristeza existe uma alegria, por trás de cada lágrima se esconde um sorriso, para cada fim existe um recomeço, enquanto houver vida há esperança.

  “Eu gosto de músicas clássicas e instrumentais.” Infelizmente, não sei o motivo, a maioria das pessoas torcem o nariz ou esbugalham os olhos quando solto esta frase. Talvez, canções assim irritem alguns (?) ou até mesmo ressoem como algo que só nossos avós podem curtir. Quando mencionamos o clássico, geralmente, tendem a visualizar um quadro limitado onde há apenas o Beethoven, Mozart, Frederic Chopin, entre outros. Bem, se você conhece apenas esses, quero te apresentar outros, inclusive, da nossa geração, que transmitem a verdadeira essência da música. Aliás, você curte este gênero musical?

  Eu não sei tocar nenhum instrumento musical, se eu pudesse escolher e tivesse a oportunidade de aprender, adoraria dominar o violino, piano, banjo e harpa, ufa! Eles emitem um som muito bonito e, de certa forma, tocante (não sei se esta é a palavra mais adequada para descrevê-los). Acredito que toda arte precisa tocar no nosso íntimo e ser sentida. Com a música não poderia ser diferente. 
  Neste fim de semana, para a minha (imensa) alegria, descobri uma porção de canções clássicas e instrumentais que eu não conhecia. “Itasca” do Paul Spring e “Ookpik Waltz” interpretada por Chris Thile e Michael Daves foram as duas que encontraram um espaço bem especial em meu coração. Elas me cativaram de uma forma tão serena, bonita e intensa que eu gostaria de ouvi-las em modo “eterno-repeat”, mas, ao mesmo tempo, não quero “cansá-las”. Pois, sempre que eu for dar play, quero sentir a mesma sensação que senti quando as ouvi pela primeira. 
Okkpik Waltz (Chris Thile & Michael Daves)
Ashoken Farewell (Goldmund)
Lost Lula (Pharis and Jason Romero)
  Criei uma playlist no Spotify (quero agradecer ao meu querido amigo Anderson Olli por ter me apresentando o app) para compartilhar com vocês canções lindas, leves e especiais. Elas não apresentam nenhuma palavra e não há alguém emitindo voz alguma, mas, ainda assim, elas não deixam de ser lindas poesias, sentimentos e mensagens bonitas. Talvez gostem de ouvi-las quando estiverem lendo, antes de dormirem ou até em outro momento próprio (só seu, sabe?). Espero que elas toquem vocês na mesma intensidade que me tocaram. (Cliquem aqui para ouvir). Um detalhe importante: é necessário ter uma conta para ter acesso a playlist. Podem optar por inscrever-sem com o Facebook ou endereço do e-mail.

  Ah, sempre me enviam mensagens perguntando se é errado um cristão ouvir outros gêneros musicais. Música é igual alimento: se for ruim e de péssima qualidade, pode estragar e dar uma baita dor de barriga. Talvez este post seja útil para quem tem esta dúvida.

  Vocês gostaram de alguma música? Ficarei feliz em saber. Pretendo fazer mais posts assim.

♥
Malena Flores.
  “Eu gosto de músicas clássicas e instrumentais.” Infelizmente, não sei o motivo, a maioria das pessoas torcem o nariz ou esbugalham os olhos quando solto esta frase. Talvez, canções assim irritem alguns (?) ou até mesmo ressoem como algo que só nossos avós podem curtir. Quando mencionamos o clássico, geralmente, tendem a visualizar um quadro limitado onde há apenas o Beethoven, Mozart, Frederic Chopin, entre outros. Bem, se você conhece apenas esses, quero te apresentar outros, inclusive, da nossa geração, que transmitem a verdadeira essência da música. Aliás, você curte este gênero musical?
  Eu não sei tocar nenhum instrumento musical, se eu pudesse escolher e tivesse a oportunidade de aprender, adoraria dominar o violino, piano, banjo e harpa, ufa! Eles emitem um som muito bonito e, de certa forma, tocante (não sei se esta é a palavra mais adequada para descrevê-los). Acredito que toda arte precisa tocar no nosso íntimo e ser sentida. Com a música não poderia ser diferente. 
  Neste fim de semana, para a minha (imensa) alegria, descobri uma porção de canções clássicas e instrumentais que eu não conhecia. “Itasca” do Paul Spring e “Ookpik Waltz” interpretada por Chris Thile e Michael Daves foram as duas que encontraram um espaço bem especial em meu coração. Elas me cativaram de uma forma tão serena, bonita e intensa que eu gostaria de ouvi-las em modo “eterno-repeat”, mas, ao mesmo tempo, não quero “cansá-las”. Pois, sempre que eu for dar play, quero sentir a mesma sensação que senti quando as ouvi pela primeira. 
  1. Okkpik Waltz (Chris Thile & Michael Daves)
  2. Ashoken Farewell (Goldmund)
  3. Lost Lula (Pharis and Jason Romero)
  Criei uma playlist no Spotify (quero agradecer ao meu querido amigo Anderson Olli por ter me apresentando o app) para compartilhar com vocês canções lindas, leves e especiais. Elas não apresentam nenhuma palavra e não há alguém emitindo voz alguma, mas, ainda assim, elas não deixam de ser lindas poesias, sentimentos e mensagens bonitas. Talvez gostem de ouvi-las quando estiverem lendo, antes de dormirem ou até em outro momento próprio (só seu, sabe?). Espero que elas toquem vocês na mesma intensidade que me tocaram. (Cliquem aqui para ouvir). Um detalhe importante: é necessário ter uma conta para ter acesso a playlist. Podem optar por inscrever-sem com o Facebook ou endereço do e-mail.
  Ah, sempre me enviam mensagens perguntando se é errado um cristão ouvir outros gêneros musicais. Música é igual alimento: se for ruim e de péssima qualidade, pode estragar e dar uma baita dor de barriga. Talvez este post seja útil para quem tem esta dúvida.
  Vocês gostaram de alguma música? Ficarei feliz em saber. Pretendo fazer mais posts assim.