“Eu gosto de músicas clássicas e instrumentais.” Infelizmente, não sei o motivo, a maioria das pessoas torcem o nariz ou esbugalham os olhos quando solto esta frase. Talvez, canções assim irritem alguns (?) ou até mesmo ressoem como algo que só nossos avós podem curtir. Quando mencionamos o clássico, geralmente, tendem a visualizar um quadro limitado onde há apenas o Beethoven, Mozart, Frederic Chopin, entre outros. Bem, se você conhece apenas esses, quero te apresentar outros, inclusive, da nossa geração, que transmitem a verdadeira essência da música. Aliás, você curte este gênero musical?

  Eu não sei tocar nenhum instrumento musical, se eu pudesse escolher e tivesse a oportunidade de aprender, adoraria dominar o violino, piano, banjo e harpa, ufa! Eles emitem um som muito bonito e, de certa forma, tocante (não sei se esta é a palavra mais adequada para descrevê-los). Acredito que toda arte precisa tocar no nosso íntimo e ser sentida. Com a música não poderia ser diferente. 
  Neste fim de semana, para a minha (imensa) alegria, descobri uma porção de canções clássicas e instrumentais que eu não conhecia. “Itasca” do Paul Spring e “Ookpik Waltz” interpretada por Chris Thile e Michael Daves foram as duas que encontraram um espaço bem especial em meu coração. Elas me cativaram de uma forma tão serena, bonita e intensa que eu gostaria de ouvi-las em modo “eterno-repeat”, mas, ao mesmo tempo, não quero “cansá-las”. Pois, sempre que eu for dar play, quero sentir a mesma sensação que senti quando as ouvi pela primeira. 
Okkpik Waltz (Chris Thile & Michael Daves)
Ashoken Farewell (Goldmund)
Lost Lula (Pharis and Jason Romero)
  Criei uma playlist no Spotify (quero agradecer ao meu querido amigo Anderson Olli por ter me apresentando o app) para compartilhar com vocês canções lindas, leves e especiais. Elas não apresentam nenhuma palavra e não há alguém emitindo voz alguma, mas, ainda assim, elas não deixam de ser lindas poesias, sentimentos e mensagens bonitas. Talvez gostem de ouvi-las quando estiverem lendo, antes de dormirem ou até em outro momento próprio (só seu, sabe?). Espero que elas toquem vocês na mesma intensidade que me tocaram. (Cliquem aqui para ouvir). Um detalhe importante: é necessário ter uma conta para ter acesso a playlist. Podem optar por inscrever-sem com o Facebook ou endereço do e-mail.

  Ah, sempre me enviam mensagens perguntando se é errado um cristão ouvir outros gêneros musicais. Música é igual alimento: se for ruim e de péssima qualidade, pode estragar e dar uma baita dor de barriga. Talvez este post seja útil para quem tem esta dúvida.

  Vocês gostaram de alguma música? Ficarei feliz em saber. Pretendo fazer mais posts assim.

♥
Malena Flores.
  “Eu gosto de músicas clássicas e instrumentais.” Infelizmente, não sei o motivo, a maioria das pessoas torcem o nariz ou esbugalham os olhos quando solto esta frase. Talvez, canções assim irritem alguns (?) ou até mesmo ressoem como algo que só nossos avós podem curtir. Quando mencionamos o clássico, geralmente, tendem a visualizar um quadro limitado onde há apenas o Beethoven, Mozart, Frederic Chopin, entre outros. Bem, se você conhece apenas esses, quero te apresentar outros, inclusive, da nossa geração, que transmitem a verdadeira essência da música. Aliás, você curte este gênero musical?
  Eu não sei tocar nenhum instrumento musical, se eu pudesse escolher e tivesse a oportunidade de aprender, adoraria dominar o violino, piano, banjo e harpa, ufa! Eles emitem um som muito bonito e, de certa forma, tocante (não sei se esta é a palavra mais adequada para descrevê-los). Acredito que toda arte precisa tocar no nosso íntimo e ser sentida. Com a música não poderia ser diferente. 
  Neste fim de semana, para a minha (imensa) alegria, descobri uma porção de canções clássicas e instrumentais que eu não conhecia. “Itasca” do Paul Spring e “Ookpik Waltz” interpretada por Chris Thile e Michael Daves foram as duas que encontraram um espaço bem especial em meu coração. Elas me cativaram de uma forma tão serena, bonita e intensa que eu gostaria de ouvi-las em modo “eterno-repeat”, mas, ao mesmo tempo, não quero “cansá-las”. Pois, sempre que eu for dar play, quero sentir a mesma sensação que senti quando as ouvi pela primeira. 
  1. Okkpik Waltz (Chris Thile & Michael Daves)
  2. Ashoken Farewell (Goldmund)
  3. Lost Lula (Pharis and Jason Romero)
  Criei uma playlist no Spotify (quero agradecer ao meu querido amigo Anderson Olli por ter me apresentando o app) para compartilhar com vocês canções lindas, leves e especiais. Elas não apresentam nenhuma palavra e não há alguém emitindo voz alguma, mas, ainda assim, elas não deixam de ser lindas poesias, sentimentos e mensagens bonitas. Talvez gostem de ouvi-las quando estiverem lendo, antes de dormirem ou até em outro momento próprio (só seu, sabe?). Espero que elas toquem vocês na mesma intensidade que me tocaram. (Cliquem aqui para ouvir). Um detalhe importante: é necessário ter uma conta para ter acesso a playlist. Podem optar por inscrever-sem com o Facebook ou endereço do e-mail.
  Ah, sempre me enviam mensagens perguntando se é errado um cristão ouvir outros gêneros musicais. Música é igual alimento: se for ruim e de péssima qualidade, pode estragar e dar uma baita dor de barriga. Talvez este post seja útil para quem tem esta dúvida.
  Vocês gostaram de alguma música? Ficarei feliz em saber. Pretendo fazer mais posts assim.

Você acredita em vida após a morte? Se não acredita, você acha que eles vão pra onde então?

Anônimo

Eu acredito no que a Bíblia ensina. O que ela ensina? Vejamos…

Algumas religiões ensinam que “se a pessoa for boa, irá para o céu; mas, se for má, queimará num lugar horrível…” Outras religiões ensinam que, na morte, algumas pessoas vão para outra dimensão encontrar com parentes mortos e até que elas reencarnam.” Todos esses conceitos baseiam simplesmente nisso: uma parte de nós sobrevive após a morte do corpo físico.

Para Deus, O Criador do cérebro, isso não é nenhum mistério. Ele sabe a verdade e, na Bíblia, a Sua Palavra, Ele explica claramente a condição dos mortos: “quando uma pessoa morre ela deixa de existir. A morte é o oposto da vida. Os mortos não vêem, não ouvem nem pensam. Nenhuma parte de nós sobrevive à morte do corpo. Nós não possuímos uma alma ou espírito imortal.”

Salomão sabiamente escreveu: mas os mortos não sabem nada. Eles não vão receber mais nada e estão completamente esquecidos. Os seus amores, os seus ódios, as suas paixões, tudo isso morreu com eles. Nunca mais tomarão parte naquilo que acontece neste mundo. pois no mundo dos mortos não se faz nada, e ali não existe pensamento, nem conhecimento, nem sabedoria." (Eclesiaste 9:5, 6 e 10). Salmo 146:4 diz que, “quando eles morrem,voltam para o pó da terra, e naquele dia todos os seus planos se acabam.” A nossa vida é como a chama de uma vela. Quando a chama se apaga, ela não vai para nenhum lugar. Ela simplesmente acaba.

Como sabemos, Deus promete que os mortos viverão de novo. (Isaías 26:19) Serão trazidos de volta à vida. Essa é a esperança da ressureição.

Espero ter ajudado. :}
Eu tenho infinitos motivos para festejar e agradecer. +12.000 pessoas acreditando em minha arte, +12.000 “obrigados” e +12.000 sensíveis de coração. Agradeço por cada mensagem enviada, comentário e afeto. Nunca imaginei que os meus desenhos iriam alcançar tantas pessoas algum dia, e olha só o que me aconteceu! Vejo mais que números, afinal, me refiro a pessoas que apostam e sonham em coletivo.
Obrigada por sonharem comigo e me permitirem realizar o que eu nem havia sonhado um dia. Agradeço por terem um coração bonito e fazerem parte do meu também.
Para quem ainda não conhece, eis aqui o passaporte: fb.com/malenafloresilustracoes.
Um abraço com cheiro de alecrim, Malena Flores.

Eu tenho infinitos motivos para festejar e agradecer. +12.000 pessoas acreditando em minha arte, +12.000 “obrigados” e +12.000 sensíveis de coração. Agradeço por cada mensagem enviada, comentário e afeto. Nunca imaginei que os meus desenhos iriam alcançar tantas pessoas algum dia, e olha só o que me aconteceu! Vejo mais que números, afinal, me refiro a pessoas que apostam e sonham em coletivo.

Obrigada por sonharem comigo e me permitirem realizar o que eu nem havia sonhado um dia. Agradeço por terem um coração bonito e fazerem parte do meu também.

Para quem ainda não conhece, eis aqui o passaporte: fb.com/malenafloresilustracoes.

Um abraço com cheiro de alecrim,
Malena Flores.